Vivemos um eterno devir. Daí o grande tempero da vida. Buscamos, a cada segundo de nossas vidas, o grande encontro com a nossa essência, com a natureza mais profunda do ser. Muitas vezes sentimos este contanto escorregando pelas nossas mãos com os acontecimentos do cotidiano que nos arrasta para realidade que não concebemos. Estamos aqui, nesta dimensão física, fadados a estar sempre vivenciando o dualismo. O que nos levar a buscar sempre o caminho do meio.
Em nenhum momento podemos desistir desta buscar profunda de ser! Possa existir o momento onde fraquejamos, mas precisamos perceber o quanto estamos sendo protegidos e ajudados pelos seres de luz, que nos acompanha a cada instante de nossa existência. Portanto, a cada fraqueza que nos acomete, elevemos os nossos pensamentos à luz que, com certeza, seremos preenchidos e confortados de maneira a sentirmos que não estamos sozinhos e que a cada queda, nos levantamos mais fortes.
Que força é esta que nos move e nos mantém caminhando, sempre, apesar das pedras do caminho? Que vazio é este, que olhamos para o mundo e para as pessoas e nos sentimos sozinhos? Que solidão é esta, que nos alimenta de força, de certeza que estamos no caminho? Buscamos dentro de nós, a nossa força e a nossa certeza. O silêncio nos conforta. São tantos os questionamentos, e nunca teremos a certeza de nada! Qual a verdade? São tantas as verdades! Precisamos fazer as nossas escolhas. E, dai, seguirmos em linha reta dentro da nossa verdade! Só assim teremos alguma chance de conseguir encontrar o nosso equilíbrio e com isto, a nossa paz interior. Enquanto olharmos de lado, deixamos de olhar para dentro de nós, de escutarmos os nossos sentimentos, nosso coração, para olhar o que o mundo fala. Com esta atitude, retardamos o encontro com a luz que esta em nós.
Não me canso de ressaltar a necessidade de buscarmos esta luz que esta em nós, por acreditar que este caminho representa a nossa libertação. O autoconhecimento.